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Câncer de pele em idosos: é importante conhecer para prevenir e tratar precocemente

Câncer de pele em idosos

O câncer da pele é o mais prevalente quando se fala da doença (carcinoma) de uma forma geral, e sua incidência aumenta com o envelhecimento. O câncer de pele em idosos afeta principalmente aqueles de pele clara, que vivem ou viveram em lugares com altos índices de radiação ultravioleta.

Isto não quer dizer que pessoas de pele escura não devem se preocupar.

Por isto, considerando que vivemos num país predominantemente tropical e com elevados índices de radiação solar em praticamente todo o território durante boa parte do ano (em alguns lugares durante o ano todo), este artigo é relevante para familiares e cuidadores que desejam prevenir o câncer de pele em idosos.

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Quando devo me preocupar com o Câncer de pele?

De uma forma simples, mas que pode ajudar a suspeitar de um câncer de pele, preste atenção em  

Como são as manchas do câncer de pele

O melanoma é um tipo menos frequente, porém muito agressivo. Desconfie de uma “pinta” nova que surge, com contornos e cor irregulares; ou de uma “pinta” que já existe, mas que está com aspecto diferente, está doendo ou sangrando;  

O carcinoma basocelular é menos agressivo, tem um aspecto elevado e brilhante;  

O carcinoma espinocelular geralmente cresce rapidamente, como uma “ferida que não cicatriza”, pode apresentar crosta e descamação ou secreção;  

Pela exposição solar ao longo da vida, especialmente nos idosos da zona rural, é comum apresentarem manchas benignas, chamadas melanose solar (amarronzadas, não elevadas, nas áreas expostas, como face, braços, pescoço e colo).  

É sempre importante estar atento às alterações na pele do idoso. O filtro solar deve ser aplicado em particular no rosto. Ao aplicá-lo, o cuidador deve estar atento para não deixar cair nos olhos, onde poderá causar irritações. Consulte um especialista sobre eventuais interações com medicações já prescritas ao idoso.

Como começa o câncer de pele em idosos?

Geralmente com uma marca na pele. Não esprema, não machuque, muito menos tente retirar a “pinta ou ferida nova”. A pele do idoso é frágil e o dano pode ser muito maior. Na dúvida, procure um dermatologista devidamente registrado no Conselho Federal de Medicina.

(Com informações do site Geriatria Goiânia)

Você sabia sobre o câncer de pele em idosos?

(com informações da equipe Acvida Cuidadores)

  • Nem todo tumor de pele exige tratamento, e apenas um especialista pode identificar tais casos;
  • O excesso de sol é fator preponderante para o surgimento de tumores na pele, dentre outros fatores estéticos (como manchas solares), mas a falta deste pode prejudicar o organismo como um todo, por exemplo, com uma baixa nos índices de vitamina D ou aumento dos índices de depressão. É necessário equilíbrio e moderação ao se considerar a exposição solar;
  • A exposição ao sol é cumulativa ao longo da vida, ou seja, o tempo que a pele fica exposta é contado desde a infância e não “zera” após longos períodos de abstinência solar;
  • Além da luz do sol, outros geradores de radiação UV (ultravioleta) contam para aumentar o risco de um câncer de pele, tais como: uso prolongado de monitores de computadores e televisores (em especial os antigos “tubos”), luzes artificiais (particularmente as fluorescentes), alguns tipos de laser e “luzes negras”, dentre outras fontes.

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Editorial Acvida
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