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Desenhar pode ajudar a estimular a mente dos idosos

Estimular a mente dos idosos

Desenhar pode mesmo ajudar a estimular a mente dos idosos? Essa é uma atividade artística que diverte não somente as crianças. Conheça também os benefícios para a terceira idade.

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Como estimular a mente dos idosos? 

Existem diversas atividades capazes de ajudar o idoso a estimular suas capacidades cerebrais, dentre as quais podemos citar:

  • Jogos: se o cérebro pode ser comparado a um músculo, se deixar de ser exercitado, poderá se atrofiar. A memória funciona da mesma forma, assim os exercícios para a mente são bons recursos para manter as capacidades cognitivas. Jogos de tabuleiro como damas e xadrez, jogos de cartas, jogos de estratégia, todos são bons (e divertidos) recursos para a terceira idade.

  • Leitura: quando o idoso lê um livro ou artigo de jornal, precisará focar sua atenção. Isso treina as memórias de curto e longo prazo. Sabidamente, durante a leitura, a pessoa precisará agrupar as informações mentalmente, e este exercício é ótimo para estimular a mente dos idosos.
  • Desafios diários: faça com que o idoso consiga fazer novos desafios, por exemplo, escovar os dentes com a outra mão, ou ir ao mercado com a lista memorizada, ou mesmo gravar números de telefone decorando os desenhos que os dedos formam no teclado.
  • Encoraje danças ou atividades físicas: se o idoso possui esse tipo de interesse, use e abuse (dentro de sua condições físicas).

Mesmo atividades como a fisioterapia pode ser estimulantes: saiba mais na postagem que fizemos sobre o tema com o pessoal da 3iD reabilitação geriátrica.

O desenho ajuda na perda de memória?

Desenhar pode, de fato, estimular a mente dos idosos. A pintura, por exemplo, é capaz de acionar ambos os hemisférios do cérebro, trabalhando o lado racional e lógico juntamente com o outro lado, criativo, responsável pelas emoções.

Dessa forma, pintar e desenhar estimula a imaginação e faz com que o cérebro funcione completamente. Especialistas afirmam que recursos como este podem acabar evitando (ou postergando) síndromes demenciais, como a Doença de Alzheimer.

Porque o desenho é bom para o idoso? 

Enquanto o idoso está desenhando ou pintando, acaba por focar sua atenção. Trabalhos ativos que exigem foco são ótimos para se desligar dos problemas cotidianos. 

Além do mais, desenhar ajuda a melhorar a coordenação motora fina, isso porque o uso de canetas e pincéis vai exigir bastante dos músculos dos braços e mãos, que devem ser combinados habilmente. 

Ainda mais, desenhos e pinturas podem ser feitos com o idoso sozinho ou em grupo, o que pode estimular a socialização e a comunicação.

É importante frisar que toda atividade deve ser realizada respeitando os gostos de cada pessoa. De nada adianta estimular a mente dos idosos de maneira forçada, pois neste caso, pouco ou nenhum benefício pode ser alcançado.

Lembre-se que o cuidador deve trazer conforto e segurança para o idoso e sua família.

O desenho pode ajudar idosos com Alzheimer?

Pessoas com Alzheimer, Parkinson, dentre outros tipos de demência podem se beneficiar da atividade de desenhar. Se o cuidador ou familiar não conseguir incluir o desenho na rotina, um profissional como o Terapeuta Ocupacional (TO) pode ser uma boa opção.

Como o desenho ajuda na perda de memória do idosos?

Diversos estudos mostram que o desenho e a pintura atuam como estímulo na coordenação motora, na capacidade de organização e na memória, servindo como recurso terapêutico.

Dica Acvida Cuidadores: mais do que textos acadêmicos, é importante para o cuidador (seja familiar ou profissional) prestar atenção a como o idoso assistido reage aos estímulos. De nada adianta, na terceira idade, uma atividade que busca ocupar o tempo de forma improdutiva ou entediante.

Editorial Acvida
Editorial Acvida
O Editorial da Acvida Cuidadores é feito por nossa equipe de conteúdo, que inclui especialistas em cuidados paliativos, em administração de equipes de cuidadores e jornalistas. Seu objetivo é trazer informações relevantes a todos os envolvidos no trato das pessoas incapacitadas de realizar o autocuidado. Reuniremos artigos médicos e científicos, publicações jornalísticas relevantes, recomendações e entrevistas com especialistas, relatos de pessoas que passaram pela experiência de cuidar de um ente querido, enfim, tudo o que possa ajudar nossos leitores a trazer qualidade de vida para idosos, familiares e cuidadores.

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